DEPRESSÃO

A depressão tem algumas características que muitas vezes passam despercebidas, não somente por quem sofre da doença, mas também por familiares e amigos, podendo ser confundida com tristeza. Ficar atento aos seus sintomas é importante – afinal, isso possibilita um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz, podendo ser necessário o acompanhamento de um médico e também de um psicólogo, numa boa terapia.

O remédio é necessário para aliviar os sintomas. Mas só aliviar os sintomas não basta, pois assim que deixar de tomar os remédios eles podem voltar. Por isso, é importante também a terapia, para que a pessoa possa aprender a lidar melhor com as situações e conseguir fazer uma leitura melhor dos acontecimentos do cotidiano, além de conseguir também se relacionar melhor. Para alguns de meus pacientes eu também tenho usado a acupuntura como auxiliar no tratamento e tenho obtido bons resultados, porque a acupuntura harmoniza o fluxo energético do organismo e melhora a disposição da pessoa. Mas não são todas as pessoas que aceitam ou se permitem a acupuntura. Então, nesses casos usamos dos outros recursos disponíveis.

A seguir, saiba um pouco mais sobre a doença, que atinge milhões de pessoas no mundo todo.

 

1. Quais são os principais sintomas da depressão?

2. Quais são as suas conseqüências?

3. É uma doença ligada aos tempos modernos?

4. Quantas pessoas sofrem de depressão?

5. E no Brasil, quantas pessoas são atingidas pela doença?

6. A doença só atinge um grupo específico de pessoas?

7. Por que as mulheres são mais sujeitas à depressão?

8. E quais são as causas da doença na terceira idade?

9. Como é feito o tratamento da depressão?

10. Existe cura para a doença??

 

 1. Quais são os principais sintomas da depressão?

 

Mudanças de humor, perda de interesse ou prazer nas atividades, sentimento de culpa ou perda de auto-estima, distúrbio de sono ou de apetite, perda de energia e falta de concentração.

  

2. Quais são as suas conseqüências?

 

Se não tratada devidamente, pode levar a uma incapacidade de gerenciar a própria vida e à perda da responsabilidade em relação aos outros. A depressão pode levar a casos extremos como o suicídio. A doença está associada à morte de cerca de 850.000 pessoas por ano, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

  

3. É uma doença ligada aos tempos modernos?

 

A doença é muito mais antiga do que muitos imaginam. Há registros de casos de depressão que remontam à antiguidade..

 

 4. Quantas pessoas sofrem de depressão?

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão atinge 121 milhões de pessoas ao redor do mundo e está entre as principais causas que contribuem para incapacitar um indivíduo. A OMS prevê que até o ano de 2020 a depressão passe a ser a segunda maior causa de incapacidade e perda de qualidade de vida..

 

  5. E no Brasil, quantas pessoas são atingidas pela doença?

 

Estima-se que cerca de 17 milhões de brasileiros tenham a doença. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), 74.418 trabalhadores foram afastados de suas atividades em 2007 em decorrência de depressão.

 

 6. A doença só atinge um grupo específico de pessoas?

 

Não. A depressão pode ocorrer tanto em homens como em mulheres, de todas as idades e de qualquer classe social. No entanto, a incidência é muito maior entre as mulheres do que entre os homens (a proporção é de dois casos entre elas para cada caso entre eles). Entre os indivíduos que também apresentam maior risco de desenvolver a doença estão as pessoas com casos de depressão na família, usuários de drogas, medicamentos e álcool, e mulheres nos dezoito meses seguintes a um parto.

  

7. Por que as mulheres são mais sujeitas à depressão?

 

Ainda não existe uma explicação científica que justifique o fato de a mulher ser mais sensível à depressão. Há algumas teorias, entre elas a que relaciona esse efeito aos hormônios femininos.

 

  8. E quais são as causas da doença na terceira idade?

 

No idoso, é comum que a depressão esteja associada à diminuição da autonomia, da capacidade funcional, ao isolamento, e à perda de familiares e amigos. Conforme a Associação Brasileira de Psiquiatria, cerca de 15% da população de idosos apresentam os sintomas clínicos da doença.

 

  9. Como é feito o tratamento da depressão?

 

O tratamento tradicional é feito à base de antidepressivos com acompanhamento psicológico. A complementação ao tratamento com atividades esportivas aeróbicas também é recomendável por alguns profissionais de saúde. Os exercícios físicos, como caminhada, natação…ajudam a aumentar a dopamina, que é um neurotransmissor muito importante para a sensação de bem estar. Por isso, algum movimento sempre ajuda e pode até facilitar para a diminuição de medicamentos.

 

  10. Existe cura para a doença?

 

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, a depressão tem natureza recorrente, como uma enxaqueca. Porém, 70% dos depressivos respondem bem ao tratamento. Os outros 30% têm resposta parcial ou não apresentam qualquer sinal de melhora. De acordo com a OMS, pouco mais de 25% das pessoas afetadas pela doença no mundo recebem o tratamento adequado. No Brasil, esse índice só não é maior devido à falta de preparo de uma parcela de profissionais de saúde em reconhecer os sintomas da doença e encaminhar os pacientes para o tratamento adequado.

 

Os parentes dos depressivos, na maioria das vezes não conseguem entender o comportamento do depressivo, fazendo avaliações depreciativas ou que só machucam e prejudicam mais ainda quem já está sofrendo. Acham que é má vontade, preguiça, mania de doença. Isto leva a pessoa com a doença a ter um sentimento de inadequação e como se fosse um peso para os demais, ou incapaz de ser compreendida.

Se você conhece alguém com depressão, incentive a pessoa a procurar ajuda e a ser perseverante no tratamento, porque os resultados são lentos. Vai melhorando aos poucos.

 

Bibliografia:

VEJA. Sessões on line, Janeiro de 2009.

  

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Sobre joaoloch

Psicólogo. Acupunturista. Quiropraxista, Terapeuta em Florais de Bach e Reiki, Mestre em Educação. Prof. Universitário. Clínica particular de Psicologia e Acupuntura End.: Rua Carlos Gomes, 697 - Vila Williams - Garça SP Fone (14) 34061605
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