DEPENDÊNCIA E LIBERTAÇÃO

“Uma dependência é uma repressão. Você sabe o que isso quer dizer? Quer dizer que ela reprime você dentro de sua própria caixa” (Rantha)

Quando falamos em dependência, nos vem à mente uma série de situações que restrigem a liberdade ou que nos escravizam a um determinado objeto, pessoa, ou situação. E não gostamos muito, ou não temos satisfação em nos sentirmos dependentes ou carregarmos uma situação em que alguém é dependente de nós ou, principalmente, quando nos sentimos escravizados por alguém que quer nos controlar e impor sobre nós suas vontades….

No livrro “QUEM SOMOS NÓS”,  de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente, Ed Prestígio, há um capítulo inteiro dedicado a este tema. Para desenvolver este tema, aqui, uso principalmente as reflexões e dados apresentados pelos autores no referido capítulo.

Para mostrar como as dependências atuam dentro das células do corpo, os autores citam como exemplo a HEROÍNA, umas das drogas que mais causam dependência. Depois de injetada, a heorína se fixa nos receptores que opióides das células. São os mesmos receptores que foram biologicamente preparados para receber as endorfinas, os neuropeptídeos produzidos pelo hipotálamo. Em vez de receber a endorfina, a célula recebe a heroína e fica dependente. Este mecanísmo de dependência é válido para todos as dependências de drogas, inclusive as lícitas.

Candace Pert, Ph. D. Afirma o seguinte: “Os usuários de heroína têm receptores para a heroína e, quando eles consomem mais da droga, basicamente começa a declinar a capacidade deles para fazer as próprias endorfinas internas, a própria heroína interna. Então os receptores  começam a se tornar menos sensíveis e na realidade há menos deles, poranto ocorrem essas mudanças reais. E aogora há essa nova informação de que menos células cerebrais são feitas, de modo que em todas as dependências as pessoas ficam (…) presas aos velhos padrões. Elas pensam apenas nos mesmos pensamentos o tempo todo, e não são capazes de pensar nada novo”.   

Dra Candace Pert, em suas pesquisas, descobriu que temos receptores específicos para a maconha. Por que os temos? Porque nosso corpo produz internametne compostos quáimicos que nos dão a mesma sensação causada pela maconha. O mesmo acontece com qualquer droga à qual fiquemos fisicamente dependentes – existe dentro do corpo um composto químico análogo a cada uma delas e um receptor no qual ele pode se ligar. Ela explica: “Temos receptores para a maconha e temos uma maconha natural chamada endocanabinóide. Toda vez que alguém dá um tapinha, a maconha exógena se liga aos receptores cuja função normal é fazer uma regulagem fina interna. Assim, as drogas exógenas se ligam na mesma rede projetada para fazer auto-regulação endógena da fisiologia. Tal rede  projetada para fazer a auto-regulação constitui-se de MDEs (moléculas de emoção). Sabe-se hoje que as drogas psicoativas não funcionam sem estarem ligadas a um  receptor normalmente utilizado para secreções internas. Isto dito, pode-se concluir que, para cada droga externa que tenha efeito em nosso corpo exite uma contrapartida interna – é por essa razão que nosso corpo reconhece, responde e se torna dependente dessa droga que, por vir de fora, desregula o funcionamento interno havendo necessidade de cada vez maior consumo da mesma. As drogas externas usam os receptores internos feitos para receber produtos químicos internos. As intrusas mudam o funcionamento interno, deixando o organismo dependentes delas.

O nosso cérebro é feito para funcionar direitinho. As emoções e lembranças de experiências  estão codificadas em redes neurais conectadas ao hipotálamo. É assim que nos tornamos organismos auto-estimulantes. É acionar a rede neural certa, e os compostos quíicos começam a fluir internamente. Tudo bem programada, até que colocamos uma porcaria de fora, tomamos ou intejamos, ou cheiramos alguma droga e atrapalhamos aquilo que funcionava tão bém naturalmente.

Concentrar-se num pensamento produz os neuropeptídeos adequados. E há muitos: “lembrar aquele glorioso momento na escola quando você marcou o gol da vitória; lembrar a primeira vez que percebeu estar apaixonado; ter sucesso, sonhar com o momento em que a mídia o chamou de artista inspirado ou de tremendo sucesso. Em todos esses casoso lobo frontal matém aquele pensamento em particular, ativando a rede neural específica que envia seu sinal à nossa farmácia interna. E que farmácia!

Quer dizer que toda vez que alguém dispara esse mecanismo há dependência? Você é um alcoólatra toda vez que bem? Não. Se uma vez ao ano você recorda aquele gol glorioso, não é uma dependência, mas se todos os dias sonha com aquele gol e só vive pensando nele, é um grande dependente daquela emoção. Se todo dia tem que beber para poder continuar fazendo suas coisas….É um dependente. Criou um hábito.

Os autores analisam o mesmo cenário na presença das emoções. As emoções produzem peptídeos ou moléculas de emoção (MDEs), que se ligam aos receptores da célula. O que acontece com o uso repetido da heroína também acontece com o uso repetido da mesma emoção: os receptores opióides do corpo começam a esperar – e mesmo a ansiar, daí a ansiedade diante de alguma coisa ou acontecimento que está para acontecer, por aquele peptídeo específico. O corpo fica dependente daquela emoção. Parece que não pode viver sem ela, fazendo tudo para conseguí-la.

Será que alguém é imune a isso? Se você não bebe inveteradamente, não anda com as unhas amareladas por cigarros, não cai na sargeta bêbado ou não anda como desesperado atrás de drogas, etc, é possível que fale: comigo não; eu não sou dependente de nada. Mas, pense de novo. Será que não?

Veja se alguma das idéias a seguir lhe são familiares

. Estados emocionais destrutivos; as mesmas dituações repetidas constantemente; incapacidade de mudar; sentimento de impotência para criar algo novo; profundo anseio por certas respostas emocionais; vozes interiores dizendo: “eu quero, me dá, me dá”; a promessa de nunca mais fazer alguma coisa que é novamente feita em pouco tempo depois…

Vamos tomar consciência de que todos nós, que temos neuropeptídeos circulando nas veias, temos não uma, mas muitas dependências. É claro que algumas são mais arrasadoras e visíveis que outras. Mas dependência é dependência.

Efeitos sobre o corpo:

 A longo prazo as dependências têm sérios efeitos sobre o corpo. Com a descoberta do mecanismo peptídeo-receptor, a base biológica do efeito da dependência se tornou clara, como explica a Dra Pert: “Se determinado receptor para uma droga ou fluido interno é intensamente bombardeado há tempos, ele encolhe; haverá  menos deles, ou eles serão dessensibilizados ou regulados, e a mesma quantidade de droga ou fluido interno produzirá uma resposta menor. Um bom exemplo disso é a tolerância. Sabemos que um dependente de opiáceos precisa de doses cada vez maiores para ter o mesmo barato”. Por isso a pessoa vai usando cada vez mais e, dependendo da droga, larga tudo para viver em função da aquisição e consumo da mesma. Isto também é válido para as emoções, como no caso da pessoa que precisa de esportes radicais para sentir a adrenalina, no dependente sexual que precisa de experiências cada vez mais estranhas, no político que concorre a cargos cada vez mais altos, não pelo desejo de servir, mas pela satisfação do poder….Ao nosso redor está cheio de exemplos semelhantes de dependência. É só procurar.

O abuso constante dos compostos químicos que produzem emoções cria sítios receptóres dessensibilizados para a adpatação de todos aqueles neuropeptídeos. As células não estão recebendo uma refeição “equilibrada”, já que receem mais da emoção de que são dpendentes do que de outras e, acabam tendo uma menor nutrição. Quanto mais raiva a personalidade criar, mais saciada a célula se sentirá. Por exemplo, uma pessoa que sai na sexta-feira à noite “procurando confusão”. Ele não está com raiva por uma razão qualquer – só saiu para alimentar suas amigas células. Essas criaturinhas são capazes de fazer muito barulho quando precisam de algo. É só lembrar daquela vozinha na cabeça dizendo: “estou com fome” ou “estou com sede”.  É a voz coletiva de nossas células, como afirma Ramtha. E quando a emoção é de um tipo considerado social ou moralmente incorreto você não ouvirá: “vamos fazer alguém de idiota para nos sentirmos superiores”. Em vez disso, desejará inconscientemente que aquilo aconteça. Ou seja, você criará aquela situação.  

Como explicam os autores, as dependências emocionais explicam tantas coisas – porque alguém rejeita constantemente os outros, recai no mesmo relacionamento agressivo ou repete constantemente a mesma horrenda situação de vida. Essas dependências são o motivo de as pessoas continuarem a criar determinada realidade, embora digam “eu nunca teria criado aquilo”. A única maneira de deixar para trás esses comportamentos repetitivos e dependências é dizer: “Bem, eu crio aquilo constantemente, portanto devo ser dependente daquilo”.

Para muita gente, todas as criações de suas vidas são emocionalmente condicionada, pela dependência. Como exemplo, vejamos a mentalidade da vítima. Inicialmente aconteceu  algo de mau, você contou a alguém, ele ou ela se sentiu mal por sua causa (passando a sofrer também) e dessa forma o problema foi fixado. Alívio. Você talvez pense:”Ei, nada mau, vamos ver se consigo fazer isso funcionar novamente”. Subitametne, as pessoas passam a cuidar de você. Dão dinheiro, apoio emocional e são simpáticas sempre que precisa delas. O problema é que há uma validade para a relação vítima/salvador. Todo salvador precisa se sentir tão especial quanto a vítima, portanto tende a ir em frente depois que o “barato” inicial  se desgasta.  É instalação da co-dependência. Se nenhum dos dois mudar, ambos seguirão para redescobrir a dependência com outras pessoas. E, na descrição de uma verdadeira vítima, continuar “tendo situações ruins e injustas acontecendo comigo” é muito diferente de “crio situações que me permitam obter a simpatia e o apoio dos outros”.

Dr Joe Dispenza afirma o seguinte, sobre dependência: “é uma coisa que você não consegue evitar. Se você não consegue contgrolar seu estado emocional, deve estar dependente dele”. E continua: “Quando fazemos uma dieta daquelas emoções, as vozes que se levantam, as células estão literalmente mandando impulsos nervosos para o cérebro para dizer a ele que estão com fome, que o corpo está faminto daquilo de que é quimicamente dependente. E os compostos químicos são veiculos de informação poderosos”.  E Ramtha completa: ” Todo mundo é dependente. Não importa quem é a pessoa. E todos são dependentes porque nunca tiveram nada melhor para substituir aquilo em que são viciados e nunca tiveram uma razão pela qual acordar toda manhã e uma razão para viver. O homem que é dpendnete de poder se levanta toda manhã e faz as coisas que mostram o seu poder. Ele precisa ter uma porção de pessoas que sirvam de alimento, a quem oprimir, a quem comandar, para sentir que tem valor. Porque ele sente que não tem valor. Ele precisa daquelas emoções para se sentir valorizado”.

Emocionalmente anônimos

Pensando bem, esta é uma situação até bem triste. Eu sou dependente, você é dependente – vamos nos reunir e somar nossas dependências. E é muito comum a gente se identificar com pessoas que têm dependências semelhantes (rs). Você deve estar pensando aí nos seus amigos, seus amores….Vendo de uma outra forma, isso pode não ser tão ruim quanto parece. É o que todo mundo faz. Emitimos frequências específicas para aquelas emoções e assim trazemos para nossa esfera seres como a mesma mentalidade. E Ramtha que continua afirmando: “as pessoas que realmente amamos são as que desejam compartilhar nossas necessidades emocionais”. Esta situação é comentada da seguinte forma pelo Dr Dispenza: “Quebramos quimicamente as dependências para todos aqueles pactos. Essa é uma situação desconfortável para o ser humano (…) porque você procura indícios de que está fazendo a coisa certa e o lugar em que você e os busca é como as pessoas com as quais tem todos esses acordos”.

A tristeza está no fato de que as dependências são difíceis de serem rompidas. É isso o que as torna dependências. Essas emoções se tornam hábitos porque tentamos continuamente recriar a experiência  inicial. A tentativa de recuperar a primeira experiência de sexo, de solidariedade ou de poder é que as transforma em dependência. Não ficamos dependentes de uma coisa que não gostamos. Lembro-me de uma afirmação de Ruben Alvez que fala: “não há nenhuma lei proibindo de se comer tijolos. E ninguém come tijolos. Porque ninguém gosta de tijolos”. E os tijolos estão soltos por aí….

Ramtha afirma: “Agora, e os que são dependentes de sexo, de heroína, demaconha,…? Bem, cada um deles tem uma química cerebral diferente. Eles estão procurando tocar o centro de prazer no cérebro. Não foi para isso que o cérebro foi feito. Portanto, as pessoas reinventam as experiências cerebrais espalhando os mesmos compostos químicos, os mesmos sentimentos”.

E para que o cérebro foi feito? “Para sonhar novas fantasias, novas realidades, e, então, manifestá-las e experimentar  aquele primeiro momento emocional incrível, um momento com uma emoção nova”. Então, por que é tão difícil romper o hábito?

O Dr Joe Dispenza comentando a dependência, afirma: “A ciência aogra já sabe que o hipotálamo produz neuropeptídeos, compostos químicos poderosos. Por exemplo, cientistas pegaram alguns animais de laboratório e colocaram eletrodos em certas partes do cérebro deles que produzem aqueles neuropeptídeos. Então, ensinaram  as cobaias a pressionar  uma alavanca para terem aquela liberação química.

O animal preferia biberar os neuropeptídeos a matar a fome e a sede, fazer sexo ou dormir. Chegava à exaustão e entrava em colapso antes de cuidar de si mesmo fisicamente. (consegue fazer alguma relação com o comportamento de alguns dependentes químicos?). E é isso o que o estresse faz aos nossos  corpos. Ficamos tão viciados nele que somos incapazes de pedir demissão do emprego, mesmo que não seja bom. Não conseguimos sair de um relacionamento que não nos serve mais. Não conseguimos fazer escolhas porque estímulo e resposta produzem os compostos químicos que os obliteram. E não somos diferentes do cachorro que nãoé capaz de fazer escolhas proque tem um lobo frontal menor”.

Conforme Ramtha, ” Você não consegue curar um dependente até ter dado a ele tudo o que ele quer, e então ele não pede mais nada. É dessa forma que tomamos posse de uma experiência. E é aí que somos sábios. Junte isso a novas receitas para a mente. E a receita para a mente é o conhecimento. Pois o conhecimento é como blocos de construçpão: construímos novos hologramas; e criamos realidades”.

Os autores do livro “Quem somos nós”, comentam sobre o programa de recuperação Alcoólicos Anônimos. “Possivelmente o programa de maior sucesso em lidar com dependência é o A.A. Milhões largaram o álcool ‘um dia de cada vez’, usando o programa dos 12 passos do A.A. Seria um desserviço tentar explicá-lo aqui, e interessados devem procurá-lo. No entanto, vamos analisar uma parte do programa – o alcoólatra é ensinado a reafirmar repetidamente ‘Eu sou um alcoólatra’. E embora no início isso seja necessário para encarar a realidade da situação, essa repetição prende o indivíduo naquela personalidade. Dessa forma, isso nunca termina. A dependência nunca é assumida e aposentada. O indivíduo continuamente se identifica com aquilo. No fim das contas, isso tira dele a possibilidade  de uma transformação completa e radical, que  é o motivo de estarmos aqui”.

Por que estamos aqui?

A essa grande pergunta, temos algumas considerações interesantes:

Eu começaria colocando uma convicção que é de muita importância para quem tem fé – estamos aqui para continuar a obra criadora de Deus e vivermos como filhos Seus, sentindo-se amados e irmanados com toda a humanidadee toda criação.

“Estamos aqui para ser criadores. Estamos aqui para preencher o espaço com idéias e meansões de pensamento. Estamos aqui para fazermos alguma coisa dessa vida” (Ramtha).

“Nosso objetivo aqui é desenvolver nossos dons de intencionalidade. E aprender como ser criadores eficazes” (William Tiller, Ph. D.)

“A questão é que estamos aqui para fazermos alguma coisa de nós mesmos. Estamos aqui para explorar os limites totais da criação; estamos aqui para tornar conhecido o desconnhecido”  (Miceal Ledwith).

“O objetivo único desse jogo é preparar quimicamente o nosso corpo, por meio de um pensamento, para ter uma experiência. Contudo, se ficarmos preparando quimicamente nosso corpo para ter os mesmos pensamentos, para ter as mesmas experiências, não evoluiremos como seres humanos”. (Joe Dispenza).  E é Dispenza que continua afirmando, sobre a libertação da dependência:   “As emoções das quais fomos dependentes por tanto tempo, agora não estão mais sendo dadas para a célula e a célula degenera dentro de nós. Se persistirmos e superarmos isso, assim como persistimos e superamos qualquer dependência, quebramos a resposta porque não estaremos mais respondendo à voz em nossa cabeça. Ao mesmo tempo estaremos quebrando quimicamente a resposta porque agora a célula não está tendo suas necessidades quimicas atendidas. A célula finalmente estará liberada de sua dependência química e agora, quando se reproduzir, ela vai ‘se otimizar’. Ela abandona todos aqueles receptores que eram  responsáveis por aqueles estados emocionais e agora a célula está em um estado melhor de harmonia, e o corpo experimenta alegria”. É aí que mora a esperança. Podemos recriar nossa situação, se estamos numa situação dependência que esteja nos causando sofrimento, tirando nossa liberdade ou nos fazendo mal e aos que nos são importantes.

“De 60 a 80%  dos crimes estão relacionados a drogas e dependência. Imagine as possibilidades de mudança não somente no nível pessoal, mas também no nível social”, se conseguirmos entender e nos libertar de muitas dependências que causam morte….

Criar, evoluir, romper os velhos padrões, ser mágicos – o fato de sermos criadores, de criarmos nossa experiência de vida, nossa realidde, o fato de termos essa habilidade indica por que estamos aqui. Resumindo: para usá-la ou perdê-la.

O Dr Ledwith afirma: “estamos aqui para tornar conhecido o desconhecido”. Isto significa, experimentar algo que nunca provamos antes. O mesmo de sempre se transforma em o sempre novo.

As dependências são quebradas por meio da mudança, da evolução.

“E se é por ess arazão que estamos aqui, as emoções novas serão tão maravilhosas, enriquecedoras e deliciosas que as antigas se parecerão com o velho anuário da escola – muito importante na época, mas agora relegado a uma prateleira esquecida da estante. A Dra Pert relata e a biologia comprova essa transformação em suas descobertas mais recentes. Já existe indício de que, quando pessoas ou cobaias como os  ratos  são dependnetes de uma droga (nicotina, álcoool, cocaína, heroína, crack), todos os sujeitos da pesquisa têm algo em comum: o crescimento de novas células cerebrais fica bloqueado. Porém, quando o sujeito para de utilizar a droga, novas células cerebrais continuam  a crescer. Como diz a Dra Pert: ‘A pessoa pode se recuperar completamente e pode tomar a decisão de criar uma nova visão para si mesma, um novo cérebro’. Há esperança de um novo começo para muitos, das menores às maiores dependências”. Eu considero isso maravilhoso. Tem jeito.

E para terminar, uma consideração de Ramtha: “Temos de buscar o conhecimento sem nenhuma interferência de nossas dependências. E se conseguirmos fazer isso, manifestaremos o conhecimento na realidade e nossos corpos experimentarão de novas maneiras, com nova química, em novos hologramas, outros lugares de pensamento, ultrapassando nossos sonhos mais fantásticos”.

Algumas questões, suegeridas pelos próprios autores citados no início, para ajudar você a pensar e melhorar:

1. Por que parece tão gostoso se sentir tão mal?

2. Liste algumas de suas dependências emocionais?

3. O.k., qual foi a dependência que você não incluiu na lista?

4. Liste as dependências das pessoas mais próximas a você.

5. Como você foi capaz de reconhecer as dependências delas?

6. Todas as dependências são ruins?

Considero que há bastante coisas para você pensar. Se achar oportuno, imprima esta reflexão e leve para seu grupo, ou discuta com algumas pessoas com as quais tem liberdade de tratar sobre coisas importantes.

A vida é para ser vivida em abundância.

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Sobre joaoloch

Psicólogo. Acupunturista. Quiropraxista, Terapeuta em Florais de Bach e Reiki, Mestre em Educação. Prof. Universitário. Clínica particular de Psicologia e Acupuntura End.: Rua Carlos Gomes, 697 - Vila Williams - Garça SP Fone (14) 34061605
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2 respostas para DEPENDÊNCIA E LIBERTAÇÃO

  1. Maria Aparecida Richena disse:

    Reli, essa matéria hoje. Está maravilhosa mesmo. Quanta pesquisa…quanta informação.
    Obrigada por partilhar conhecimento.

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