Mártir dos nossos dias

Como vai, a nossa fé?

– “Como vai, a nossa fé? É forte? Quando as dificuldades chegam, somos corajosos como Pedro ou um pouco melindrosos?” Sempre houve na história do povo de Deus esta tentação: de fazer o que todos fazem, de não ser muito rígido. Mas quando começamos a negociar a fé, a vendê-la a quem dá mais, empreendemos o caminho da apostasia, da não fidelidade ao Senhor. O exemplo de Pedro e João nos ajuda, nos dá força, mas na história da Igreja são muitos os mártires. Para encontrá-los não é necessário ir às catacumbas ou ao Coliseu: os mártires estão vivos agora, em tantos
países. Os cristãos são perseguidos pela fé. Em alguns países são punidos pelo simples fato de carregarem uma cruz. Hoje, a nossa Igreja é uma Igreja dos mártires, daqueles que dizem como Pedro e João: “Não podemos calar o que vimos e ouvimos”. Isso nos dá a força de testemunhar com a vida a fé que recebemos e que é o dom que o Senhor dá a todos os povos. É uma graça. A graça da fé. Devemos pedi-la todos os dias. “Senhor… proteja a minha fé, faça-a crescer. Que minha fé se torne forte,
corajosa e ajude-me nos momentos em que, como Pedro e João, devo torná-la pública. Dê-me coragem”. (Papa Francisco, na capela da Casa Santa Marta, 06 de abril de 2013)

Papa Francisco telefona para seu jornaleiro em Buenos Aires

No dia 18 de março de 2013, o Papa Francisco, conhecido por valorizar o contato direto, telefonou para seu jornaleiro, na Argentina, para cancelar a assinatura do jornal “La Nación”. “Quando ele foi para Roma (para o conclave), me disse que ia ficar uns 20 dias fora e que queria continuar recebendo o jornal. Depois da eleição, ele ligou
para dizer que ia suspender a entrega porque ia ficar em Roma”, contou Daniel Del Regno, filho do dono de uma banca de jornais próxima ao Arcebispado.
Daniel del Regno atendeu ao telefone: “Olá, Daniel, aqui fala o Cardeal Jorge”. Pensando que se tratava de uma brincadeira de um amigo, que sabia que o antes arcebispo de Buenos Aires comprava ali seu jornal, respondeu “Ai, Mariano, não seja bobo!” “Sério, sou Jorge Bergoglio, estou te ligando de Roma!”, insistiu a voz. Então, Daniel começou a chorar de emoção. Comentou: “Entrei em choque. Não sabia o que falar. Ele agradeceu-me pelo tempo em que entregamos o jornal para ele e me mandou uma saudação para a família”. Ao concluir a conversa, o Papa pediu que rezasse por ele. O pai do Daniel, Luis del Regno, explicou que entregavam o jornal na sua casa de segunda-feira a sábado e, aos domingos, o agora Papa Francisco, “às 5h30, passava pela banca, comprava o jornal “La Nación”, conversava uns dez minutos e pegava o ônibus 28 para ir a Lugano para dar mate cozido às crianças e a pessoas doentes”.

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Sobre joaoloch

Psicólogo. Acupunturista. Quiropraxista, Terapeuta em Florais de Bach e Reiki, Mestre em Educação. Prof. Universitário. Clínica particular de Psicologia e Acupuntura End.: Rua Carlos Gomes, 697 - Vila Williams - Garça SP Fone (14) 34061605
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