“HERÓI DA FLORESTA”

Indígena brasileiro recebe prêmio “Herói da Floresta”

– No dia 10 de abril de 2013, o líder indígena da tribo Paiter-Surui, de Rondônia, no norte do Brasil, ganhou o prêmio “Herói da Floresta”. Almir Narayamoga é o vencedor para a América Latina e Caribe, pelo trabalho que tem feito em prol de sua comunidade e da proteção da floresta Amazônica. A premiação ocorrerá durante a 10ª sessão do Fórum sobre Florestas, das Nações Unidas, em Istambul, na Turquia. Os outros “Heróis da Floresta” são dos Estados Unidos, Ruanda, Tailândia e Turquia.
4345. Indígena brasileiro aprendeu a negociar – O indígena brasileiro Almir Narayamoga conseguiu negociar com o Governo a construção de escolas e postos de saúde para o povo Surui. Com o Banco Mundial, conquistou a reforma de um programa de desenvolvimento, para que grupos indígenas pudessem ser beneficiados. O líder indígena explicou a jornalistas que sua comunidade começou a sofrer extinção após o primeiro contato com não-indígenas, em 1968. Explicou: “Meu povo foi
reduzido de 5 mil para 292 pessoas. Então, quando me tornei, aos 17 anos, líder do povo Surui, comecei a diagnosticar como eu poderia buscar soluções para os problemas enfrentados pelo meu povo. Um instrumento importante é diálogo, consciência, respeito e valor da cultura e da floresta. Não estou dizendo que a floresta tem que ser intocável, mas tem que ser usada com responsabilidade, com respeito e com estratégia”.
Almir Narayamoga insiste na realidade de que a preservação é importante porque as florestas trazem equilíbrio climático. Ele conseguiu uma parceria com o “Google Earth”, para que os indígenas aprendam a usar a tecnologia digital e, assim, monitorar e mapear a floresta onde vivem. O “Herói da Floresta” também criou um plano de 50 anos para a conservação, em larga escala, da Amazônia. 

Descobrindo o cristianismo por redes sociais e internet

– No dia 17 de abril de 2013, foi divulgado o fato que a difusão da internet e das redes sociais têm contribuído para despertar, sobretudo nos jovens do Irã, um grande interesse e curiosidade por experiências espirituais diferentes daquelas oferecidas pelo regime dos Aiatolás. E o crescimento destas igrejas domésticas é um dos efeitos
práticos deste sentimento. O cristianismo “selvagem”, ou, fora do controle do Estado, tem sido uma preocupação constante do regime iraniano. Um dos órgãos de informação dos Guardiões da Revolução, denunciava o crescimento em todo o país destas Igrejas, sendo que havia mais de 200 somente na cidade de Mashhad. Outro expoente do regime afirmava que em muitas áreas são distribuídos livretos e opúsculos cristãos, gratuitamente, entre as famílias.

Fonte: Pe Geraldo Rodrigues, CssR

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Sobre joaoloch

Psicólogo. Acupunturista. Quiropraxista, Terapeuta em Florais de Bach e Reiki, Mestre em Educação. Prof. Universitário. Clínica particular de Psicologia e Acupuntura End.: Rua Carlos Gomes, 697 - Vila Williams - Garça SP Fone (14) 34061605
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