Egito: assassinado sacerdote copta

Egito: assassinado sacerdote copta

– No dia 06 de julho de 2013, um sacerdote copta ortodoxo foi assassinado, no norte do Egito, numa emboscada, com toda possibilidade inserida no contexto do
apoio do patriarca Tawadros II ao afastamento do presidente Morsi. O homicídio aconteceu na cidade de El Arish, no norte do Sinai. A vítima é Mina Aboud Sharween, 39 anos, e era secretário do Bispo copta de El Arish Kosman. O sacerdote foi atingido por vários tiros, enquanto estava no seu carro. No
dia anterior, em Luxor, teriam sido mortos outros três cristãos coptas. No dia 04 de julho tinha sido atacada uma igreja católico-copta em Minya. Observadores assinalam que a Irmandade Muçulmana está se vingando, com estes ataques e com estas mortes, o apoio explícito que o Patriarca Tawadros II deu às manifestações que tiraram do poder Morsi. No dia 7 de julho, 42 pessoas perderam a vida no Egito
durante manifestações.
De acordo com a tradição, a Igreja Ortodoxa Copta foi estabelecida pelo apóstolo S. Marcos no Egito em meados do século I (aproximadamente no ano 60). Trata-se de uma Igreja cristã que não está em comunhão com a Igreja Ortodoxa nem com a Igreja Católica. É a Igreja cristã nacional do Egito (copta significa egípcio) e uma das igrejas orientais mais antigas do mundo. É governada hoje pelo seu líder o Papa Tawadros II de Alexandria, juntamente com seu Sínodo.

Acolhimento

Arquidiocese de Manaus acolhe migrantes haitianos – Após o terremoto no Haiti, em 2010, Manaus, a capital do Estado do Amazonas, Brasil, chegou a receber cerca de 5 mil refugiados que migraram para o Brasil em busca de uma vida melhor. Muitos desses foram acolhidos pela Igreja Católica, que ofereceu moradia, alimentação, entre outros serviços. Três anos após a tragédia, de 300 a 400 migrantes haitianos continuam a chegar semanalmente ao Amazonas. São acolhidos principalmente pela Igreja Católica, pois o governo do Estado e da prefeitura permanecem omissas no acompanhamento desses migrantes no país. Sobre isso, diz o arcebispo de Manaus, Dom Sérgio Castriani: “O Estado do Amazonas e a prefeitura de Manaus fizeram praticamente pouco ou nada em favor desses migrantes haitianos. Há um descaso do Governo, não há políticas públicas, o Brasil não está à altura desse movimento migratório, então, a Igreja Católica tem se esmerado nisto e as comunidades católicas procuram receber, acolher e orientar esses haitianos que chegaram e que continuam a chegar”.
A arquidiocese tem assessorado ainda com acompanhamento jurídico e até uma creche foi organizada para atender a demanda dos migrantes. Uma força tarefa foi organizada pelos jesuítas em 2012 com o projeto “Pró-Haiti”, que reuniu esforços da Rede Scalabriniana, Pastoral do Migrante, Cáritas, arquidiocese de Manaus, outros religiosos e entidades amazonenses, para atuar de modo mais
profissional junto aos migrantes.

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Sobre joaoloch

Psicólogo. Acupunturista. Quiropraxista, Terapeuta em Florais de Bach e Reiki, Mestre em Educação. Prof. Universitário. Clínica particular de Psicologia e Acupuntura End.: Rua Carlos Gomes, 697 - Vila Williams - Garça SP Fone (14) 34061605
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