FELIZ ANO NOVO

FELIZ ANO NOVO
Terminando o ano, acostumamo-nos e desejar a nós mesmos e aos outros, um Feliz Ano Novo, com todos os desejos realizados, muita saúde, paz, sucesso nas áreas profissionais, sociais, no amor… São expressão do desejo de coisas boas, como uma forma de alavancar novamente a vontade de lutar e vencer as dificuldades. Nesse sentido eu desejo a você, tudo de bom. Como também desejo a mim. E espero desejar isso por muito tempo e muitas vezes, como considero que você também deseja.
Passando as festas, o que percebemos, é que tudo vai voltando ao normal, à rotina de obrigações, compromissos…. E se não tivermos já uma rotina de também vivermos coisas boas, inovarmos, enfrentarmos as dificuldades sem nos apavorarmos, aprendendo com o problemas criados por nós, pelas opções equivocadas e não repeti-las, parece que nada nunca muda e só resta esperar que o ano termine para novamente desejarmos todos os desejos.
Mudanças não acontecem de forma mágica. Precisam de disposição e perseverança. Talvez seja bom estarmos mais atentos a isso. Quero mudanças, mas como vou construir essas mudanças. Em que quero mudanças?
Caso consigamos perceber um dado específico onde precisamos mudar, para tornar nossa convivência melhor, principalmente com quem convivemos todos os dias, então, a sabedoria, o bom senso, está em investirmos nessa mudança ou mudanças. Exige esforço, persistência, porque, em muitos casos, temos que mexer em alguns hábitos nossos. Mudar hábito não é nada fácil, pois aprendemos a conhecer a nos vermos assim. Temos que desconstruir um hábito ruim, que não nos faz bem nem aos que convivem conosco, para sedimentarmos o novo. É um processo de reconstrução de nós mesmos.
Um exemplo, se percebo que tenho sido muito chato, cricri, com quem convive comigo, ou mesmo com meus clientes, amigos esporádicos… tenho que fazer um esforço consciente para ser mais gentil, menos bruto, grosso. Como assim? respondendo, por opção, de uma forma diferente; expondo meu ponto de vista sem querer enfiar goela abaixo do outro; não falando tudo que vem a mente, desenvolvendo a sensibilidade para perceber o que só machuca o outro e o humilha, para que eu pareça melhor, mais sábio, mais poderoso e dono da verdade. Tratar a outra pessoa de forma melhor, tem que ser uma opção, não só para quando ela for agradável e fizer as minhas vontades ou agir conforme eu acho que é o certo – nestes casos não exige praticamente nada. É tratá-la bem, mesmo quando ela manifesta alguma ideia diferente da minha ou faz coisas que eu não faria. Saber medir as palavras e não ir falando tudo que vem à mente, como uma metralhadora inconsequente.
A palavra que pode acariciar, agradar, alegrar, também pode machucar muito, destruir, criar ódio e outras coisas.
Neste ano que está quase inciando, faço um convite: vamos ficar mais atentos ao que falamos e termos um pouco mais de carinho pelas pessoas, principalmente as que estão perto, e também por nós, criando um convivência mais agradável. Certamente, fazendo isso, nosso ano será melhor que o que está findando.
FELIZ ANO NOVO. São meus votos, de coração.

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Sobre joaoloch

Psicólogo. Acupunturista. Quiropraxista, Terapeuta em Florais de Bach e Reiki, Mestre em Educação. Prof. Universitário. Clínica particular de Psicologia e Acupuntura End.: Rua Carlos Gomes, 697 - Vila Williams - Garça SP Fone (14) 34061605
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