Estilo de orientação paterna e proteção contra drogas

Quer que seu filho seja um dependente químico?

Estilo de criação dos pais pode reduzir risco de abuso de drogas na adolescência

Pais que estão mais atentos aos filhos tendem proteger seus filhos de riscos de abuso de substâncias psicotrópicas. 
Pais que estão mais atentos aos filhos tendem proteger seus filhos de riscos de abuso de substâncias psicotrópicas

Pais que exigem o cumprimento de regras e que monitoram constantemente as atividades de seus filhos, buscando saber onde estão, com quem e o que fazem, correm menor risco de enfrentar problemas em relação ao abuso de álcool e de outras drogas quando essas crianças entram na adolescência. A probabilidade é ainda menor quando, além de monitorar e cobrar, os pais também abrem espaço para o diálogo, explicam o motivo das regras e se mostram presentes no dia a dia dos filhos, dispostos a acolher suas dificuldades, característica parental que especialistas chamam de responsividade.

A conclusão é de uma pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com 6.381 jovens de seis cidades brasileiras e os resultados foram publicados na revista Drug and Alcohol Dependence. “A principal conclusão do estudo é que o estilo parental, ou seja, o modo como os pais educam seus filhos, pode ser um fator de proteção ou de risco para o consumo de álcool e outras drogas na adolescência. Isso significa que os programas escolares de prevenção devem, além de conscientizar as crianças, também se preocupar em treinar habilidades parentais”, diz a professora da Escola Paulista de Medicina (EPM-Unifesp) e coordenadora da pesquisa que teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Zila Sanchez.

Referências

Agência Fapesp:

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PROJETO DE VIDA

EXERCÍCIOS para avaliar os rumos que se quer dar à vida – objetivos de vida:

Reserve quinze minutos para este exercício. Sente-se com quatro pedaços de papel e uma caneta ou lápis.
Escreva no alto da primeira folha: “Quais os meus objetivos de vida?” Leve dois minutos para responder esta pergunta. Coloque tudo que lhe vier à cabeça, não importando o fato de parecer-lhe geral ou abstrato, ou insignificante. Você pode querer incluir objetivos pessoais, familiares, profissionais, sociais, comunitários ou espirituais. Depois dê-se dois minutos adicionais para examinar sua lista e fazer quaisquer acréscimos ou alterações. Coloque de lado esta primeira folha.

Pegue a segunda folha e escreva no alto: “Como eu gostaria de passar os três próximo anos?”, e leve dois minutos para responder esta pergunta. Depois, mais dois minutos para examinar sua lista. Isto deveria ajudá-lo a localizar seus objetivos com maior precisão do que na primeira pergunta. Novamente, coloque esta lista de lado.

Para uma perspectiva diferente de seu objetivo, escreva em sua terceira folha: “Se eu soubesse que minha vida acabaria daqui a seis meses, como eu viveria até lá?” A finalidade desta pergunta é descobrir se há coisas que são importantes para você e que você não está fazendo ou até mesmo considerando no momento. Novamente, escreva durante dois minutos; volte a examinar suas perguntas durante outros dois minutos e deixe de lado esta folha.

No quarto pedaço de papel, escreva os três objetivos que você considera os mais importantes de todos os objetivos que você incluiu nas listas. Compare suas listas. Existem temas que são comuns aos vários objetivos que você formulou? A maioria de seus objetivos está concentrada numa categoria, tal como social ou pessoal? Há alguns objetivos que aparecem em todas as três primeiras listas? Os objetivos que você escolheu como sendo os mais importantes diferem de alguma forma dos outros objetivos de suas listas?
Embora este método de análise de objetivos de vida não revele completamente os objetivos de vida inconscientes que Adler discutia, pode ser um modo poderoso de descobrir as relações entre seus objetivos e suas atividades diárias. É também um exercício vantajoso para ser repetido a cada seis meses. mais ou menos, a fim de verificar que mudanças podem ter ocorrido.(Adaptado de Alan lakein – How to Get Control of Your Time and Your Life. New York: Ncw Amcrican Library, 1974.)
Obs.: Compilado do livro: Teorias da Personalidade, de James Fadiman e Robert Frager. São Paulo: Harbra, 1986. p.85

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SAUDADE

A saudade é um sinal de que nossa emoção está sadia e que não temos um coração de pedra. Mas se ficarmos só parados na saudade podemos estar fechando o coração para novas boas emoções e revitalização da nossa alma. Fazer moradia na saudade é só olhar para trás e se impedir de sentir o que continua acontecendo, com pessoas, fatos, coisas. Estagnar na saudade por muito tempo é renunciar a sentir o processo de renovação contínua que é a vida. É valorizar só aquilo que a vida já nos levou e deixar de receber o que ela continua nos oferecendo.
Sentir saudades, mas também sentir o presente. Sinto saudades de pessoas, lugares, momentos. Saudade com gratidão pelo bem que me fizeram, por marcarem minha vida, por ainda continuarem dentro de mim e, por fazerem meus dias brilharem. Mas não é bom viver só de saudades. É importante que também exercitemos olhar para frente com esperança.
Bom sentir saudades que nos recordam nossas histórias. Bom sentir o presente que nos mostra que continuamos vivendo. Bom imaginar o futuro, que nos motiva a vivermos bem agora para também vivermos bem amanhã.
Minhas saudades são de pessoas muito especiais que sempre estão dentro de mim e que me incentivam a continuar gostando da vida, porque minhas saudades são de pessoas que me trazem vida.

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Achar a minha canção

“Estou me procurando”, não é uma afirmação que se ouve muito, assim de forma explícita. Mas aparece de outra forma, bem frequente e de forma até bem natural. “Estou perdido ou perdida.” Ao expressar estou perdida, a pessoa reconhece que não sabe que rumo tomar. Não sabe o que fazer. Perdeu o mapa, a bussola, o discernimento. E, muitas vezes, perdeu-se de si mesma. Não está mais conseguindo saber quem é. Que situação complicada! Mas fica mais complicada se ela se acomodar nisso ou assim ficar achando que essa confusão é normal como será normal viver desse jeito, sem identidade, sem rumo, sem se reencontrar, pensando que não é mais possível.
Se a pessoa percebe que pode fazer um movimento em direção a si mesma novamente, ela pode, aos poucos começar a conhecer uma pessoa muito interessante, com muitos recursos, sabedoria e capacidade de reconstruir a própria história novamente, com outras matizes, outros cantos e outros sonhos muito interessantes que ela perdeu, porque pegou, em algum lugar, um atalho errado. Procurar a si mesma pode ser uma oportunidade de encontrar o tesouro mais valioso que se pode achar na vida e para a vida. Começar novamente a ouvir a própria canção. Aquela canção que faz vibrar a nossa alma e nos devolve o entusiasmo e a alegria.

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Fim de tarde

Enquanto o sol se apaga, as lamparinas são acesas
E meu coração vai se acalmando após uma bela jornada
Amanhã, ao abrir os olhos, estarei novamente feliz,
Na expectativa de que o sol novamente se acenda
E se renove em mim o gosto pelo viver iluminado pela esperança.
No dia em que o sol não mais aparecer, é que já estarei inteiro em uma outra dimensão de luz.

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GESTOS

Os gestos vão onde as palavras não conseguem chegar.
Um inclinar de cabeça,
Um aceno de mão,
Uma mudança sutil no olhar
com um sorriso matreiro
ou uma lágrima a escapar….
Ah estes gestos que parecem ser independentes
do que queremos expressar!
Clareiam tudo o que não sabemos ou não conseguimos declarar.
Eles abrem as janelas, mesmo que racionalmente nós a queiramos fechar.
Muito bom quando no gesto a expressão é AMAR!
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JULGAMENTO, VIOLÊNCIA…E INCLUSÃO

No julgamento decidimos que as coisas são de um jeito ou de outro. Defendemos nossas interpretações, procurando evidências de que estamos certos, ignorando as evidências de que estamos errados. Aí, impomos nosso julgamento aos outros. Não conseguimos ver nenhuma lógica possível ou validade em seus pontos de vista. Então, eles têm de mudar – ou eles obviamente estão agindo com más intenções.
….
Manter a defensiva leva à violência. A palavra “violência” vem de “o uso indevido da força”. Sem violência de pensamento – a tentativa de impor a lógica, o julgamento e os valores aos outros, mesmo que em defesa própria – não haveria violência de ação. A violência começa entre nossas orelhas.
….
Que remédio poderia existir para o julgamento do mundo exterior? Apenas o reconhecimento de que o limite entre nós e o restante do mundo não existe da maneira que nós o compreendemos. Muitos de nós geralmente nos vemos como partes do mundo. Dizemos “estou aqui, o mundo está lá, à nossa volta”. Mas é mais correto dizer que o mundo está dentro de nós. Tudo que nos acontece, acontece na nossa consciência. À medida que você lê essas palavras, elas se tornarão parte de seu consciente. Você pode pensar sobre elas, descartá-las, ou ignorá-las, mas elas já se tornaram parte de você.
Pense nas pessoas que são importantes para você. A influência delas não o abandona apenas pelo fato de que elas não estão fisicamente presentes. Elas continuam a existir dentro de você, são forças ativas que guiam você. Mesmo que já tenham morrido.
Inicialmente, é de certa forma desafiador pensar dessa maneira, mas há um poder e um potencial verdadeiro dentro dela. Em práticas como por exemplo diálogos, as pessoas podem aprender as maneiras as quais nos conectamos, assim como as maneiras pelas nós nos separamos uns dos outros. (SENGE,P. A dança das mudanças, p. 418-419)

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